Ser ou Estar feliz?
Quando não estou feliz em que parte de mim se encontra a felicidade?
Para senti-la precisa estar em todas as partes de mim, ou se destaca, se mostra mesmo quando está em uma só localização. Porque o todo de mim ocupa um lugar, se o todo possui um estado de felicidade, por alguma razão não se mostra onde ela, a felicidade se encontra?
Vou em busca desse entendimento.
Sei que dentro se encontra um estado de felicidade, se a sinto em alguns eventos, ela não se afastou de mim, habita dentro do meu Ser. Quem ocupa esse sentimento quando ela, a felicidade não está ativa?
Sei ou não sei o que mesmo significa estar feliz?
Minha razão absorve melhor coisas palpáveis? Quando se trata de abstrato acredito que é singular, sem objetividade.
Como conceituo algo que somente eu estou sentindo, será que existe uma plataforma onde eu possa expor esse sentimento que me parece só eu vejo, ou sinto?
Jamais alguém entra nessa realidade que somente eu estou sentindo?
Como posso chamar de realidade se ela (realidade) somente faz sentido para mim, para um conceito que somente eu a utilizo para dar significado à própria experiência.
Existir, experienciar a própria vivência dentro do meu Ser é somente para mim, como os outros Seres em experiência assim como eu expressam sua felicidade?
Há uma felicidade para cada Ser?
Palavras quase nunca conseguem igualar um conceito real vivido, como podemos, nós humanidade, dizer a outrem o que realmente é real na minha visão, no meu sentir?
Desafio travado, na profundidade do estado do todo em mim significar e expressar um sentimento que só faz sentido pra mim.
Quem sou EU nessa profundidade do Meu Ser se não for fazer sentido pra mim e somente a mim fazer sentido, ou não, que seria essa experiência humana vivida aqui e agora, sim, sou eu que penso, estou escrevendo, ou não penso, só estou escrevendo?
Escrevendo sim, assim que digitado está fixado e é possível ler, por conta de uma convenção de escrita, porém, tudo que aqui estou deixando registrado parece fazer sentido só a mim.
Será que há um, pelo menos um habitante que ao ler esse texto se identificará com o sentido de tudo que nas entrelinhas, ou seja, a escrita pode dizer daquilo que estou sentindo, e principalmente aqui sobre felicidade, que foi o sentimento que me despertou para tentar dizer sobre o que sinto nesse momento.
Será mesmo felicidade?
Também posso classifica-lo como estado de paz agradável.
Essa incógnita será um dia compreendida, talvez não seja necessário compreender, mas sim sentir sem a intensão de enquadra-la num significado que sirva a todos os viventes.
Vai ficando aqui a descrição de um estado de bem aventurança que deseja ser classificado na objetividade humana.
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